INIBINA A


Material   SORO CONG 891
Volume   2,0 mL
Método   Quimioluminescência
Volume Lab.   2,0 mL
Rotina   Diária
Código SUS  
CBHPM   0.00.00.00-0
Resultado   10 dia(s)
Temperatura   Congelado
Coleta  
Interpretação   As inibinas são hormônios glicoproteicos que circulam como dímeros e são produzidas, principalmente, pelo tecido gonadal. A inibina A parece ter pouca utilidade clínica comarada aos demais exames habitualmente utilizados. Indicações: No sexo feminino a secreção da inibina A reflete a atividade folicular. Assim, funciona como marcador da integridade da função ovariana. Interpretação clínica: A inibina A tem um aumento fisiológico durante a gestação, mas pode estar anormalmente elevada em gestações patológicas, como toxemia gravídica, PIG com disfunção placentária, síndrome de Down e outras anauploidias e síndrome de Turner com polihidrâmnio. Pode estar aumentada em tumores ovarianos, principalmente os de células da granulosa. Está diminuída na pós-menopausa, nos hipogonadismos hipogonadotróficos e nas gestações de síndrome de Turner sem polihidrâmnio. Sugestão de leitura complementar: Vilodre Luiz Cesar, Moretto Marcelo, Kohek Maria Beatriz da Fonte, Spritzer Poli Mara. Falência ovariana prematura: aspectos atuais. Arq Bras Endocrinol Metab 2007; 51( 6): 920-9.
Referência   Homens: Inferior a 2,00 pg/mL Mulheres - Fase Folicular: 1,80 a 90,30 pg/mL - Pico Ovulatório: 16,00 a 91,80 pg/mL - Fase Luteínica: 2,70 a 97,50 pg/mL - Pós-menopausa: Inferior a 2,10 pg/mL *Fonte: Bula do fabricante