Instabilidade de microssatélites (MSI) - screening


Sinonimo   HNPCC, SINDR.LYNCH
Material   Sangue total EDTA + Bloco de Parafina
Volume   5,0 mL + bloco de parafina
Método   Sequenciamento por analise de fragmentos.
Volume Lab.   5,0 mL + bloco de parafina
Rotina  
Código SUS  
CBHPM   0.00.00.00-0
Resultado   10 dia(s)
Temperatura   Refrigerado
Coleta   - Necessário o envio da(s) amostra(s)(bloco de parafina + sangue periférico), acompanhado do laudo histopatológico e pedido médico. A amostra de sangue deve ser colhida em tudo de EDTA sangue periférico e enviado sem contato direto com o gelo.
Interpretação   Mutações: ANÁLISE DE MICROSATÉLITES A causa da instabilidade de microssatélites pode ser um defeito na capacidade de reparar erros. Atualmente, no caso da carcinogênese colorretal são estabelecidas duas vias: a supressora e a mutadora. A maior parte dos tumores esporádicos, assim como a síndrome associada à polipose múltipla familiar pertencem à via supressora. A via mutadora, a seu turno, caracteriza-se por uma instabilidade genômica distintiva: a instabilidade de microssatélites (MSI), entendendo-se por microssatélites pequenas sequências de DNA não codificantes repetidas. A acumulação de mutações nestes microssatélites é o que se conhece como o fenótipo mutador. Pertencem a esta via mutadora 15-20 % dos tumores esporádicos, assim como a síndrome hereditária não associada à polipose familiar. Estes tumores, diferentemente daqueles da via supressora, são em sua maioria diploides ou pseudo-diploides.
Referência